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Campeão do mundo - 2013

Rui Costa

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Um campeão completo

Quando, naquela tarde de 29 de setembro de 2013, acelerou à saída de uma curva, surpreendendo Alejandro Valverde e Vincenzo Nibali, para apanhar Joaquim Rodriguez e o bater num sprint a dois, Rui Costa vencia em Florença um dos Mundiais mais duros da história, obtinha o melhor resultado de sempre do ciclismo português e um dos mais importantes do desporto nacional.

Florença, num dia que a chuva tornou especialmente duro, ficará para sempre na memória deste natural de Aguçadoura, que aos 11 anos somava pódios do atletismo mas, tal como o irmão mais velho, Mário, sentiu-se completo quando mudou para o ciclismo e começou a cumprir um sonho do pai, apaixonado pela modalidade. Mas a carreira de Rui Costa tem muito mais do que um Mundial de Estrada. Começando a correr no Guilhabreu, aos 13 anos, exibiu qualidades que se desenvolveram em Santa Maria da Feira, onde foi treinado por Manuel Correia, e o tornaram notado pela Seleção Nacional, nos anos em que já representava a equipa de Sub-23 do Benfica. A Caisse d'Epgarne, antecessora da Movistar, estava atenta e levou-o, depois de o ver conquistar o Giro delle Regioni (2007) e ser segundo no Tour de l'Avenir (2008).

A afirmação em equipas espanholas nunca foi fácil, mas deu-se bem depressa. Vencendo os Quatro Dias de Dunquerque e uma etapa na Vuelta a Chihuahua (3.º da geral), Rui Costa conquistou logo o seu espaço, em 2009, para explodir de vez em 2011: começou pela Volta a Madrid e fechou no Grande Prémio de Montreal, a sua primeira clássica do WorldTour, mas teve o ponto alto na oitava etapa da Volta a França, que venceu isolado em Super Besse.

Já campeão nacional de contrarrelógio (em 2010), Rui Costa afirmava-se como um dos corredores mais completos do pelotão mundial, bom em todos os terrenos e com uma leitura de corrida invejável. Em 2012 iniciaria uma caminhada inédita, ao conseguir a primeira de três conquistas consecutivas da Volta à Suíça, para em 2013 vencer as etapas 16 (Gap) e 19 (Le Grand Bornand) da Volta a França, sempre depois de ataques bem planeados que lhe permitiram chegar isolado. Seguia-se o apogeu de Florença e nesse dia os espanhóis batizaram de vez as fugas perfeitas: Rui Costa era o melhor “matador” do ciclismo mundial.

A vontade de liderar uma equipa levou-o a trocar a espanhola Movistar pela italiana Lampre, em 2014, ano em que a conquista da Volta a Suíça lhe permitiu fintar a famosa “maldição da camisola arco-íris”. Vistos à distância, os segundos lugares no Paris-Nice e em Montreal, ou os terceiros na Volta à Romandia, na Lombardia – primeiro pódio português numa clássica “Monumento” - e na Volta ao Algarve são feitos raros. Nesses dias, tiveram o sabor de bolas na trave para quem corria por vitórias, embora contribuíssem de forma decisiva para uma grande alegria no final do ano: ficou em quarto no ranking mundial de ciclismo, algo de inimaginável poucos anos antes.

O título de campeão nacional de fundo, que permitiu vestir a camisola de Portugal durante um ano, uma etapa e o terceiro lugar final no Criterium do Dauphiné, mais o terceiro lugar na clássica Liège-Bastogne-Liège, outro feito inédito para um português, pautaram os anos seguintes, marcados por azares na Volta a França, que teve de abandonar duas vezes (2014 e 2015), devido a uma doença e às sequelas de uma queda.

Em 2017, e com a Lampre a sofrer uma mudança completa, transformando-se no Team UAE Emirates e ganhando maiores ambições, também o ano de Rui Costa foi muito diferente: abriu com vitórias nas etapas-rainha da Volta a San Juan e do Tour de Abu Dhabi, conquistando este à geral, para suprema alegria do seu novo patrocinador. Seguiram-se as estreias na Volta a Itália e na Volta a Espanha, em ambas procurando vencer etapas e alvo de marcações rigorosas. No pelotão mundial já todos sabem que, quando Rui Costa ataca, aquela é a roda para seguir!

Escrito por Carlos Flórido



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